Gay, negro e nordestino, Araripe fala de homofobia no Cabaré de 5ª
"Se fosse um homem sarado, ninguém acharia nada demais. Mas sou um poeta gay, gordo, preto e nordestino", reclama preconceito e discriminação, o poeta e jornalista sergipano, Araripe Coutnho, à polêmica disseminada na internet e nos principais veículos de mídia eletrônica do país, sobre as fotos de "nú artistico", figuradas por ele nas dependências do atual Palácio Museu Olímpio Campos.
Convidado pela jornalista Eliz Moura para participar do debate sobre homofobia no cabaré de 5ª, o poeta, que deixou Sergipe nu perante o Brasil e o mundo, confirma participação na sabatina da 23ª edição do NósnoCabaré.comConvidados.
Homofobia: desprezo, preconceito, aversão, hostilidade, agressividade e outros sentimentos negativos em relação a lésbicas, gays, bissexuais e pessoas que manifestam orientação sexual diferente do padrão tradicional, em discussão, nesta quinta-feira (26), a partir das 19h30, durante a 23ª edição do NósnoCabaré.comConvidados, realizada no bar Templo Gelado, na avenida Joventina Alves, nº 195, bairro Salgado Filho.
Além de Araripe, participam Iran Barbosa, secretário de Estado de Direitos Humanos e Cidadania; da professora e deputada estadual, Ana Lúcia Meneses (PT/SE); de Marcelo Lima, presidente da Associação dos Homossexuais de Sergipe; de Ednalva Monteiro, presidente da Associação das Lésbicas de Sergipe; e de Mario Leone, delegado de Policia da Divisão de Homicídios.
O evento acontece toda quinta-feira, foi idealizado pelos jornalistas Chico Freire, Eliz Moura e Ferreira Filho, não tem fim lucrativo, é de livre acesso, a participação na sabatina é franqueada mediante inscrição, os temas são livres e a consumação é pessoal.
FONTE - www.bellamafia.org


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