domingo, 31 de julho de 2011

"O MAIOR PATRIMÔNIO DOS VALADARES É A HONESTIDADE"

Foto- Ítalo Marcos

"Depois de 20 anos fora do governo, de três mandatos de senador, só se houver uma recaída. Se pintar um novo amor, se eu for seduzido, até poderei disputar as eleições de 2014". A confirmação foi feita por Antônio Carlos Valadares, senador da República e presidente regional do Partido Socialista Brasileiro - PSB, durante a sabatina da 29ª edição do NósnoCabaré.comConvidados, na noite da última quinta-feira (28).

Patrimônio

"O maior patrimônio dos Valadares é a honestidade. A diferença dos Valadares é que eles não roubam, não se locumpletam, não baixam a cabeça para empresários, não vendem os votos para ninguém. Nossa marca é de honestidade na aplicação do dinheiro do povo", emocionou-se o senador, ao ser instigado a comentar matéria publicada, na mesma quinta-feira, no periódico Correio Brasiliense, denunciando a lotação do empresário Ricardo Luiz Santos Porto - um dos proprietários da empresa Rosário Locadora de Veículos, com nome fantasia de Conecta, no gabinete do seu filho, deputado federal Valadares Filho (PSB/SE).

Pela denúncia, a ligação de Ricardo Luiz, requisitado do Senado da República, com o deputado Valadares Filho, colocaria sob suspeição a lisura de uma licitação para locação de veículos também ao Senado, no valor de R$ 1,72 milhões ao ano. "O Senado terá que explicar porque permitiu a participação do servidor numa licitação da Casa", reagiu o pai, declarando desconhecer a participação do empresário no pregão.

O senador afirmou não compor a Mesa Diretora do Senado, lembra que, por decisão de Valadares Filho, já foi iniciado o processo de devolução do servidor à origem e diz nunca ter respondido a nenhum inquérito em território nacional. "Todos lembram que fui governador do Estado, secretário de Educação, nunca ninguém viu meu nome envolvido em escândalo, nem participei de esquema para enriquecer".

Valadares ainda informou que o empresário foi lotado no gabinete de Valadares Filho atendendo a um pleito de amizade do ex-deputado federal e ex-governador Albano Franco (PSDB).    

Fraticida

Sobre as eleições de 2014, embora admita aceitar disputar o governo, o senador avisa que não pretende entrar numa "luta fraticida" pela sucessão do governador Marcelo Déda (PT/SE), diz que o momento é inadequado para o debate e defende unidade dentro do grupo. "Não dá pra criar animosidade, nem fracionar a base do governo neste momento. Antecipar este processo é arrumar sarna pra se coçar", alertou.

No páreo

Apesar da prudência, Valadares não se excluiu do processo. "Nenhum político pode renunciar a nada", justificou, ao ser questionado se confirmaria compromisso com o vice-governador Jackson Barreto (PMDB/SE), para renunciar à própria candidatura ao governo em 2014 em favor da pré-candidatura do peemedebista.

"Como poderia dizer ao vice-governador Jackson Barreto que sou candidato ao governo? Jackson tem todas as qualidades para ser governador do Estado. Mas, isso não significa que eu também não as tenha", afirmou, acrescentando que não pretende fazer o enfrentamento com JB . "Não o quero como meu adversário".

Papo de cabaré

A referida renúncia de Valadares à candidatura em 2014 foi anunciada, de forma efusiva, pelo próprio Jackson Barreto, durante a sabatina da 24ª edição do NósnoCabaré.comConvidados, quando foi sabatinado pelos jornalistas.

Unidade

O senador Valadares também admite que "toda pré-candidatura precisa ser reavaliada permanentemente para respeitar os aliados. É preciso haver aprovação e consenso dentro do grupo para se lançar uma candidatura forte e competitiva. Não existe candidato de si mesmo. É preciso haver apoio, aliança com as lideranças e com os partidos", teoriza, lembrando que, na eleição de 1998, foi derrotado para o governo do Estado por não ter agregado apoios. "O eleitorado tomou partido entre João Alves e Albano Franco".

2012

Ele negou a existência de um acordo prévio com o prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira (PCdoB/SE) para o lançamento de uma pré-candidatura do deputado federal Valadares Filho à Prefeitura de Aracaju em 2012. Lembra que, embora não existam nomes lançados, entre os correligionários, os mais cotados são o próprio Valadares Filho, o deputado estadual Adelson Barreto e o secretário de Estado do Turismo Elber Batalha.

O senador diz que PSB trabalha para o crescimento, alegando que "o partido que não busca o fortalecimento tende a desaparecer". Ele destaca como fruto deste trabalho a conquista de um representante no Senado, um na Câmara dos Deputados, dois na Assembléia Legislativa de Sergipe, dois na Câmara Municipal de Aracaju e várias prefeituras no interior do Estado.

Valadares confirmou "uma afinidade política e pessoal" entre ele, Edvaldo Nogueira e o ex-governador Albano Franco, embora evite revelar qualquer acordo político imediato. "Vamos deixar o homem trabalhar", disse, referindo-se ao prefeito Edvaldo Nogueira.

Conquista

Para enfrentar João Alves Filho (DEM/SE), que lidera intenções de votos nas atuais pesquisas, o senador aposta no lançamento de mais de uma candidatura dentro do grupo. "Todo governo sofre o desgaste natural. A eleição de 2010 nos mostrou que não deveremos subestimar a oposição", reforçou. Segundo Valadares, para 2012, o grupo precisa realizar "um trabalho de conquista, conscientização e convencimento do eleitoral em Aracaju".

Prioridades

Ele antecipa apoio prioritário às candidaturas de reeleição aos atuais prefeitos: Fábio Henrique (Nossa Senhora do Socorro) e Valmir Monteiro (Lagarto) e diz que nos demais municípios, as decisões só serão tomadas a partir de janeiro de 2012. Nos dois casos, o senador alega "grande amizade que evolui para boa parceria administrativa".

Em Socorro, Valadares não vê possibilidade de insatisfação de Adelson Barreto, alegando que a opinião do deputado será relevante.

Jurisprudência

Quanto ao pleito de candidatura à PMA, manifestado publicamente pelo prefeito de Capela, Manoel Messias - o Sukita, o senador diz que ele já esta conscientizado da jurisprudência que impede prefeito de um município de transferir domicílio eleitoral pra disputar cargo majoritário em outra circunscrição.  

Foi descartada a possibilidade da transferência de comando do PSB de Valadares para Albano Franco. "O PSB não tem dono. O PSB é dos filiados e das lideranças", diz, embora admita que, deixando o PSDB, haverá boa vontade na sigla para conversar com Albano Franco.

Reforma política

Como integrante da comissão especial que elaborou sugestões para Reforma Política no Senado, Valadares defendeu o financiamento público de campanha e lista fechada pré-ordenada para os cargos de vereadores, deputados estaduais e federais.

Cidade digital

O senador destacou o programa Cidade Digital, informando que se reuniu com o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, para viabilizar a implantação do projeto em Sergipe. Como coordenador, pretende apresentar uma emenda de bancada, no valor de R$ 25 milhões, para que o Governo do Estado implante internet banda larga nos 75 municípios.

Fonte- BellaMafia

terça-feira, 26 de julho de 2011

NO CABARÉ DE 5ª - VALADARES PROPÕE "FAXINA SELETIVA"

Depois de propor uma "faxina seletiva" para livrar o Governo Dilma dos "ratos de asfalto" que corroem as licitações e verbas federais destinadas às obras de recuperação e duplicações de estradas do Ministério dos Transportes, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE) irá aliviar as tensões junto as provocantes morenas no Cabaré de 5ª.

Na próxima quinta-feira (28), Valadares será submetido a 29ª sabatina do NósnoCabaré.comConvidados, a partir das 19h30, no Bar Templo Gelado, localizado à av.: Joventina Alves, nº 195, no bairro Salgado Filho.

Sob os cuidados das morenas, Valadares revelará se foi convidado e se pretende assumir um ministério, abrindo vaga no Senado da República para abrigar o ex-presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra (PT/SE); falará sobre a possibilidade de candidatura do seu filho, deputado federal Valadares Filho à Prefeitura de Aracaju em 2012; e se submeterá às diversas provocações dos jornalistas frequentadores do Cabaré de 5ª!

O evento acontece toda quinta-feira, foi idealizado pelos jornalistas Chico Freire, Eliz Moura e Ferreira Filho, não tem fim lucrativo, é de livre acesso, a participação na sabatina é franqueada mediante inscrição, os temas são livres e a consumação é pessoal.

Todos os jornalistas participantes são livres para produção de textos fundamentados na pauta do cabaré. A cobertura completa de todas as sabatinas é distribuída voluntariamente para toda a imprensa de Sergipe.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

PELELLA NO CABARé de QUINTA

No Cabaré, Pelella diz que o nível de corrupção em Sergipe é alto
"Procuradores não são palmatória do mundo, não são donos da verdade, não são salvadores da pátria, nem Messias", diz o procurador-geral


“Os casos de corrupção estão onde está o dinheiro. No nordeste, os casos mais comuns são de desvio de recursos, fraudes em licitações, corrupção de servidores e peculato. Na região sul, são mais comuns crimes de ordem financeira e tributária”. A revelação foi feita pelo procurador-geral da Procuradoria da República em Sergipe, Eduardo Botão Pelella, durante a 28ª edição do NósnoCabaré.comConvidados, na noite da quinta-feira (21). Pelella é natural de São Luís (MA) e atua em Sergipe desde 10 de fevereiro de 2003.

Sigilo

Durante a sabatina, Eduardo Pelella advertiu os jornalistas de que casos que tramitam em sigilo total ou parcial, a exemplo da Operação Navalha e Operação Fox, não seriam aprofundados sob pena de cometimento de crime. Questionado, negou-se a comentar o envolvimento de pessoas apreendidas durante as referidas operações. “O sigilo veta a questão”, justificou.

“Como os crimes investigados pela Operação Fox envolviam prefeitos, ela foi deflagrada pela PRF-PE e o volume de autos a serem transportados para Recife exigiu a utilização de um caminhão, materializando-se num processo gigantesco, que exigiu um esforço hercúleo dos procuradores em Sergipe”. Na avaliação do procurador-chefe, “o volume de autos da Operação Fox rivaliza com as investigações do Mensalão”.

O procurador evitou medir o percentual de corrupção entre os administradores sergipanos, mas informou que ele é alto e reconheceu a “existência de casos que são de cair o queixo. São contratos ordinários onde se percebe pagamentos indiretos, vantagens indiretas”.   

Eleitoral

Sobre maior incidência dos crimes em Sergipe, o procurador-geral esclarece que os acima referidos são superados somente pelos ilícitos eleitorais durante a realização dos pleitos. Como exemplo, ele cita as eleições gerais de 2006 em Sergipe, lembrando que num período de quatro meses, registrou cerca de 200 casos, impondo multas e abertura de processos contra os então candidatos.

“Posso dizer que a eleição de 2006 foi uma eleição animada. Despertei para isso em dezembro de 2005, na condição de procurador regional substituto, ao assistir a uma propaganda do Partido da Frente Liberal - PFL, que deveria ser utilizada exclusivamente para divulgação do programa partidário e se dedicou a conquistar eleitores. Como percebi que seria uma disputa difícil porque reunia um governador em exercício (João Alves Filho) e um prefeito recém-saído do cargo (Marcelo Déda), deu pra atuar de forma mais efetiva”, justificou.

Ele lembra que a representação contra a propaganda indevida realizada pelo PFL gerou cobrança de multa que, não observada à data hábil para o pagamento, poderia ter inviabilizado o registro de candidatura de João Alves.
Em decorrência do baixo contingente de servidores, Pelella informa que, para garantir uma atuação mais efetiva durante o pleito, instruiu os próprios motoristas do órgão e distribuiu câmeras fotográficas para efetivar flagrantes de cometimentos de crimes eleitorais.

Inércia

Ele reconhece que o baixo contingente de procuradores impõe inércia aos trabalhos investigativos, inviabilizando a atuação de ofício. Segundo ele, em todo Brasil, a carreira é composta por, no máximo, um mil procuradores, limitando sua atuação à  provocação externa. “Infelizmente, não temos condições de ir atrás das investigações. Nossas atribuições são amplíssimas. Atuamos menos do que deveríamos. Não há como agir com pro-atividade. As provocações nos consomem”, lamentou.

Criminalização

O procurador foi instigado a explicar a tese de que gestores públicos são vítimas de um processo de criminalização que afasta cidadãos de bem de cargos públicos. “Não costumo defender coisas que são indefensáveis”, isentou-se Pelella, ao reconhecer 1 ou 2 casos de excessos cometidos por alguns procuradores, embora alegando se tratarem de casos isolados. “São poucos os que fazem farofa. Temos colegas, no Brasil, que são muito menos do que se imaginam”, disse, sem revelar nomes. “Não é a média da carreira”, amenizou.

Desvio

Embora ressalte que o cargo tenha assegurada a independência funcional, na avaliação do procurador-geral, o excesso é fruto de desvio de conduta pessoal, não é característico da carreira.

“Nunca recebi um telefonema para fazer nada. Faço o que posso e o que devo fazer. Não sou a palmatória do mundo, nem o dono da verdade. O procurador não deve agir como o Messias. Se existe desvio, é problema de caráter. Se o problema for da instituição, peço pra sair”, reagiu.

Estado policialesco

“A sociedade tem a ideia compreensível e equivocada de que só se faz justiça, se houver prisão. E, para isso, ela tem que ser imediata”, reconheceu o procurador, ao ser instigado a comentar o alto número de apreensões de documentos e de pessoas, nas mais diversas operações de investigações da Polícia Federal e Civil, em crimes contra a ordem pública em órgãos e prefeituras.

“O MPF tem caráter essencialmente repressivo e criminal”, ressaltou, embora assegure não haver prerrogativa para avaliar pessoas, mas fatos”.

Ele lembra que “a representação externa ao órgão é aberta, livre e encorajada”, desde que reúna dados consubstanciados de indícios do cometimento do ilícito. “O sujeito não registra fraude em cartório. Muitas vezes, não há prazo para conseguir as provas. Se não há prova, arquiva-se o processo”, admite.

Eduardo argumenta que a investigação deve considerar o fato doloso ou culposo de interesse da justiça, evitando a tendência de excessos nas interpretações de atos que possam configurar improbidade administrativa.

Para Pelella, o problema é desvendar a função do inquérito. “O inquérito é um meio de informação e, não, o fim em si mesmo. Ele subsidia o Ministério Público para formar a ação”.

O procurador entende que só se justifica pedido de prisão, quando fica identificado perigo ao processo. O sistema tem que entender o lugar do inquérito.  A polícia prende de boa fé e seguindo determinação judicial”, disse.

Lixão

Eduardo informa que desde 2003 tramita ação no Ministério Público Federal, questionando a situação do Lixão da Terra Dura, considerando dois eixos de atuação: a necessidade de formação de um consórcio entre os municípios da Grande Aracaju e o risco iminente de acidentes aéreos pela proximidade do descarte de lixo nas imediações do Aeroporto Santa Maria.

Com a nova legislação de resíduos sólidos, sancionada pela Presidência da República em dezembro de 2010, Eduardo Pelella reconhece que haverá necessidade de readequação das peças processuais às novas exigências legais.

Aruana

“A Justiça não pode dispor do interesse público. O que é possível é negociar prazos e condições”, argumentou, ao comentar a derrubada e reintegração de posse dos bares da Aruana.

Ele lembrou que, embora tivesse sido firmando o Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, entre a Prefeitura de Aracaju, a União, o MPF e outros, para a desocupação amigável da área, ele nunca foi cumprido. “Foi uma situação conflituosa que ninguém gostaria que chegasse ao que foi”.

Ele defendeu que “o poder público arque socialmente com os danos”, embora ressalte que “a ocupação da área da União se configura ato ilícito nulo de direito”.

Eduardo também justificou que “os bares ainda mantidos na orla da Aruana obtiveram o olhar benevolente do poder público, visto que, dispunham de uma autorização ainda que precária”.

Sobre a ocupação das novas estruturas construídas pela PMA, ele informou que a realização de licitação pública tem, dentro da procuradoria, interpretação unânime de imposição legal. 

Renúncia fiscal

“Na minha avaliação, o refis é um desrespeito ao cidadão que paga seu imposto em dia. É fazer de palhaço quem pagou seus impostos dentro dos prazos legais”, reagiu o procurador, ao ser questionado sobre a renúncia fiscal de R$ 127 milhões, promovido pela PMA, em benefício da Unimed, em perdão a dívidas referentes ao ISS.

Ele lembrou que, pelo ISS se tratar de tributo municipal, não se configura objeto do MPF.

“Falar em política fiscal no Brasil é complicado, para não dizer que é uma vergonha”, criticou Pelella, acrescentando que “o poder público incentiva ao não pagamento de impostos, apostando no perdão”.

Ele classifica a carga tributária no país como surreal e considera injusta a forma de cobrança que retira na fonte até 27,5% de IRPF, somados aos 11% de INSS, na folha dos servidores públicos. “Enquanto que as empresas não pagam os impostos, ou pagam pela metade, na esperança da política do perdão fiscal”, protesta.

No entendimento do procurador, a PGE faz a quebra de isonomia entre os contribuintes, quando estabelece perdão aos devedores em desfavor dos bons pagadores.

Ele entende que, em alguns casos, os incentivos fiscais são importantes para o desenvolvimento e entende que, no caso da Unimed, não houve ilícito, nem improbidade.


sábado, 16 de julho de 2011

ALBANO FRANCO NO CABARÉ : "SÓ VOU GOSTAR DE QUEM GOSTA DE MIM"


“Vim aqui para responder a todas as perguntas de forma respeitosa, sem agredir, sem ofender, nem humilhar ninguém”, impôs-se o ex-governador Albano Franco, na noite da quinta-feira (14), durante a 27ª edição do NósnoCabaré.comconvidados, negando-se a comentar a provocação de um dos jornalistas, com a sentença: ”Irmãos Amorim - pequenas legendas, grandes negócios”. “Todos conhecem o meu estilo”, justificou o tucano.

Eleições

Albano Franco negou interesse em disputar a Prefeitura Municipal de Aracaju, no pleito de 2012, contra o ex-governador João Alves Filho (DEM) e também não revelou projetos políticos para 2014. “Nunca disse que serei candidato a deputado federal em 2014”, sinalizou.

Livre, leve e solto

A primeira passagem de Albano Franco pelo Cabaré de 5ª transcorreu de forma tranquila e bem descontraída. “Estou livre, leve e solto”, confessou-se o ex-governador à morena Manu Santhiago, sobre seu estado civil, acrescentando que, “já há algum tempo, sentia-se ansioso para ir, pela primeira vez, àquele cabaré”.
Durante a sabatina, o tucano apresentou um convite, de autoria do vice-presidente da República Michel Temer (PMDB), convidando-o para almoço, nesta sexta-feira (15), na cidade do Rio de Janeiro. Compromisso que o tucano alega ter sido prejudicado em favor das morenas cabarezeiras.

Energipe

Albano Franco não perdeu o estilo fino trato - próprio do Cabaré de 5ª, nem quando foi questionado sobre o destino dos recursos provenientes da venda da antiga Energipe, após o acordão político que levou o atual vice-governador Jackson Barreto (PMDB) para uma composição com Albano, durante o processo eleitoral de 1998, conquistado - segundo o peemedebista José Carlos Teixeira, por oito milhões de motivos.
“Todos conhecem o meu estilo, a minha formação e a forma como fui atacado pela imprensa, sem jamais ter ingressado na justiça contra nenhum jornalista”, disse.

Acordão

Segundo Albano, o acordo entre ele e JB aconteceu na Fazenda Pedras - graças às articulações políticas firmadas por seu irmão, Antônio Carlos Franco (in memória), o ex-prefeito de Aracaju João Augusto Gama (PMDB) e o irmão do atual vice-governador, Jugurta Barreto, falecido no último dia 11 de julho. O acordo consolidou Benedito Figueiredo, vice-governador durante a última gestão tucana, lembra Franco.
“É preciso ser justo! O vice-governador Jackson Barreto foi muito correto e, mesmo derrotado para o senado, foi impecável com o nome de Albano Franco no segundo turno”, testemunhou.

Privatizações

O tucano justificou que o processo de privatizações das concessionárias de energia aconteceu em todos os 27 estados brasileiros, com o diferencial de que, em Sergipe, o negócio registrou ágil de 96% - segundo ele, o maior do país. “Graças à venda da Energipe, viabilizamos Sergipe”, justificou o ex-governador. 

PMA

“Em 2008, fizemos uma aliança pública, oficial e aberta com o PCdoB visando à reeleição de Edvaldo Nogueira. Quem assistiu ao discurso de posse de Edvaldo, lembra que ele declarou que só foi eleito no primeiro turno graças ao apoio do PSDB”, comemorou, alegando que o acordo foi oficializado à executiva nacional e não teve interesse material, não havendo exigência de secretarias na administração municipal.
“Todos lembram que um candidato se queixa de o DEM não ter ido ao segundo turno, em 2008, pela falta de apoio do PSDB”, alfinetou, referindo-se ao deputado federal Mendonça Prado, que disputou a PMA e obteve a segunda maior votação no pleito.

Funcaju

Albano garante que, por iniciativa do próprio prefeito, aconteceu a decisão de oferecer a diretoria da Funcaju, para onde foi indicado o presidente do diretório municipal do PSDB, Waldoilson dos Santos Júnior. Ele não estabeleceu prazo para o rompimento entre PSDB-PCdoB.

Fusão

“Para dizer a verdade, nunca fui questionado sobre esta questão de fusão entre o PSDB e o DEM, nem pela executiva nacional, nem pelas lideranças políticas de Sergipe”, esquivou-se Albano, ao ser questionado se aprovaria a união das duas siglas, conforme vem sendo especulado nacionalmente.

Partido

Insistentemente questionado sobre filiação partidária, Albano Franco preferiu manter o mistério, embora rechace a tese de que tenha a marca de só se decidir no 2º tempo da prorrogação. “No devido tempo, tomarei a posição de permanência ou de saída do PSDB”, desviou.
Ele garante que já recebeu convites para ingresso em 6 legendas, lembrando que, na última semana, em Brasília, durante evento comemorativo aos 191 anos de Emancipação Política de Sergipe, seu nome foi lembrado pelo deputado estadual José Franco (PDT) para ocupar o cargo de presidente de honra da sigla.
Ainda segundo o tucano, já esta semana, teria recebido telefonema do prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Fábio Henrique, para participar de um jantar, no próximo domingo (17), com a presença do presidente nacional do PDT, ministro Carlos Roberto Lupi. Ele assegura não se tratar de um namoro político. “Não é sequer uma piscadinha”, reagiu.

Traição

“Essa pergunta só pode ser respondida pelo meu amigo Edvaldo Nogueira”, indicou, ao ser perguntado se confirma a tese da traição de Edvaldo Nogueira, na disputa pelo Senado em 2010, em favor da eleição de Eduardo Amorim (PSC).
Albano também confirmou convite do PSB, atualmente, liderado pelo senador Antônio Carlos Valadares e seu filho, o deputado federal Valadares Filho.

Alianças

Questionado sobre a alusão que fez, nos pleitos eleitorais de 2008 e 2010, ao trecho da música “Só vou gostar de quem gosta de mim” - composição de Rossini Pinto, interpretada por Roberto Carlos durante a Jovem Guarda; Albano Franco afirmou que a decisão de candidatura independente ao Senado foi pessoal, corajosa e de sua total responsabilidade, tendo sido alertado, à época, pelo amigo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) se tratar de uma loucura.
Questionado também se há possibilidade de uma nova composição entre os três ex-governadores: Albano Franco, Antônio Carlos Valadares e João Alves filho, preferiu esquiva-se de uma resposta direta e objetiva. “Política é o momento, é a conveniência e a circunstância. Em política, tudo é possível, dentro de uma relação de ética e de respeito”, admitiu.

Amigos

O tucano se declara um homem livre de ressentimentos. “Não sou homem de mágoas. Posso sentir tristeza, decepção e surpresa”, disse, acrescentando “destinar tratamento de amigo a todos, até aos que nem foram tão amigos seus assim”.   

Recursos

Ao avaliar o governo de Marcelo Déda (PT), Albano se lembrou das muitas reclamações da população referentes à saúde pública e da falta de obras de infraestrutura em Sergipe, elencado uma série de atrasos como da BR 101, BR-232, do Aeroporto Santa Maria e outros. “Eu cobro agilização”, amenizou.
Franco disse acreditar que o petista, “utilizando-se do prestígio pessoal”, reúne condições para pleitear junto ao governo federal maior percentual de liberação de recursos e melhorar a infraestrutura do Estado. “No nosso governo, conseguimos liberar até 100% dos recursos, no governo FHC, incluindo emendas parlamentares. Atualmente, o percentual de liberação é de 36%”, criticou.
Ele também lembrou que, tudo que está pronto no Aeroporto Santa Maria foi deixado pela sua gestão e discorda a falta de continuidade no atual governo.

Hospital pediátrico

Albano Franco testemunhou a falta de interesse do Governo Déda na construção de um hospital pediátrico em Aracaju, lembrando-se de que, quando esteve deputado federal, sugeriu a indicação de emenda no valor de R$ 18 milhões para tal fim, tendo a proposta sido rejeitada pelo governo. “Recebi a informação do coordenador da bancada, senador Valadares, a informação de que o projeto era inviável”.

Nuclear

Apesar do desastre no Japão com o episódio do acidente nucelar, o ex-governador disse manter a defesa do projeto de implantação de uma usina nuclear em Sergipe, embora reconheça a necessidade de um estudo mais cuidadoso antes da instalação.   

quinta-feira, 14 de julho de 2011

ALBANO É CABAREZEIRO DE QUINTA.


Desde que o mundo é mundo, “todos sabem que em Sergipe todos se conhecem”  e que o melhor lugar para se afogar as mágoas sempre foi o cabaré.  O que ninguém poderia imaginar é que o ex-governador Albano Franco (PSDB/SE) também fosse cabarezeiro de 5ª!

Pois, é justamente no Cabaré de 5ª, rodeado pelas morenas,  que Albano Franco irá abrir o coração e afogar todas as mágoas que a política, os políticos e os partidos lhe causaram no decorrer de sua vida pública.

O gerente do Cabaré de 5ª, jornalista Chico Freire, anda alardeando aos quatro ventos que, no auge da crise tucana, o ex-governador se aproveitará do ambiente sugestivo e familiar, somente frequentando por pessoas de fino trato,  para “descer do muro” e firmar uma posição política clara, pública e, principalmente, firme!  Veremos!

A verdade é que, convidado para a sabatina da 27ª edição do NósnoCabaré.comConvidados, Albano Franco não poderá deixar de responder a todas as provocações dos jornalistas,  nesta  quinta-feira (14), a partir das 19h30, no Bar Tempo Gelado, localizado na avenida Joventina Alves, nº 195, bairro Salgado Filho. 

O Cabaré de 5ª acontece toda quinta-feira, foi idealizado pelos jornalistas Chico Freire, Eliz Moura e Ferreira Filho, não tem fim lucrativo, é de livre acesso, a participação na sabatina é franqueada mediante inscrição, os temas são livres e a consumação é pessoal.

Todos os jornalistas participantes são livres para produção de textos fundamentados na pauta do cabaré. A cobertura completa de todas as sabatinas é distribuída voluntariamente para toda a imprensa de Sergipe.

domingo, 10 de julho de 2011

NO CABARÉ MENDONÇA DIZ: "DÉDA É UM MENTIROSO DE CARTEIRINHA"

“Eu vi uma ruma de gente processada fazendo discurso em homenagem a Sergipe. Acredito que a classe política homenageia Sergipe fazendo política com sinceridade e honestidade”, provocou o deputado federal Mendonça Prado, vice-presidente nacional do partido Democratas, durante a sabatina da 26ª edição do NósnoCabaré.comConvidados, ao ser questionado sobre a ausência dele durante a sessão solene em comemoração aos 191 anos de Emancipação Política de Sergipe.

A sessão solene reuniu grande parte da classe política sergipana, inclusive o governador Marcelo Déda (PT/SE) e o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB/SE), com exceção do próprio Mendonça Prado, no plenário da Câmara Federal, no último dia 05 de julho, atendendo a requerimento de autoria do também deputado federal André Moura (PSC/SE).

PEC 300/08

Antes da provocação, o deputado havia justificado sua ausência, alegando que, naquele horário, representava Sergipe na presidência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizando da Câmara, recepcionando cerca de dois mil líderes das categorias militares em mobilização pela aprovação piso nacional das corporações – PEC 300/08. “Portanto, estava representando bem o estado de Sergipe”, comparou.

Solenidade

“Naquela sessão, o principal orador foi o governador Marcelo Déda, falando nos Índices de Desenvolvimento Humano – IDH. Esta não foi uma marca conquistada agora. Na verdade, o que está acontecendo é que os índices de IDH e da Educação estão caindo. Sergipe foi reprovado no IDEB”, condenou.
“Sou complicado e confesso que não me sentiria bem participando daquela sessão. Não sou de olhar essa turma discursando. Concordo com o Cazuza, naquela música quando diz que “as ideias não correspondem aos fatos”, justificou.

Servidores

“Não estamos imitando o PT. Estamos ocupando os espaços. O PT sempre representou os interesses dos servidores. Hoje, que ele chegou ao poder, não consegue agradar aos professores, não consegue agradar aos profissionais da saúde, não consegue agradar aos servidores”, justificou, ao ser questionado se, ao fazer defesa das categorias profissionais, tentava assumir o caráter ideológico adotado pelo Partido dos Trabalhadores antes de chegar ao poder.

“Na oposição, precisamos representar os interesses da sociedade e dos servidores. Os servidores precisam da força política pra reverberar suas insatisfações. Estamos fazendo o contraponto e mostrando os erros e as falhas. Se eles estivessem bem e se o povo estivesse satisfeito, não teríamos espaço. O que existe hoje é uma insatisfação generalizada. Estamos fazendo uma oposição em sintonia com a sociedade de Sergipe e do Brasil”, analisou.

Mentiroso

Mendonça Prado considera que Marcelo Déda conquistou a confiança dos servidores públicos e ascendeu ao governo de Sergipe, utilizando-se de mentira e enganação. “A vida inteira, ele mentiu e enganou os servidores. Déda é um mentiroso de carteirinha”, disse, argumentando que o petista se firmou na política pelo hábito de realizar “discursos fáceis para conquistar a simpatia de 20 ou 30 mil servidores, defendendo melhorias salariais e de condições de trabalho, até o ex-governador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE) mandar dar uma surra nele”, afirmou.

Carro forte

Mendonça fez questão de não demonstrar interesse, ao se instigado a comentar a possibilidade de uma composição entre o DEM e o PSC nos próximos pleitos eleitorais. “Não voto nos Amorins. Tenho uma péssima relação com eles. Em 2006 quando Amorim se tornou deputado federal, eu também fui candidato a deputado federal. Portanto, não votei nele. Já naquela campanha, ele mais parecia um carro forte, onde passava, comprava todo mundo. E ele, que até então era uma pessoa desconhecida da população de Sergipe, tornou-se o deputado federal mais votado com mais de 100 mil votos”, acusou Prado, dizendo que “não concorda com alianças firmadas com pessoas envolvidas em bandas e desvio de recursos da saúde, preferindo pedir que o partido o expulse para não ter que votar neles”, avisou.

Ainda sobre o PSC, Mendonça Prado diz desconhecer a origem de tal dinheiro gasto em eleições.  “Em 2006,  sofri. Não sei onde se arruma tanto dinheiro. Em 2010, quando ele foi eleito senador, não votei nele. Não tenho compromisso de ordem política e tenho certeza de que este pecado não irei cometer nunca”, ironizou.

Ao comentar participação do grupo dos irmãos Amorim, dando sustentação à base do governo pefelista até 31 de dezembro de 2006, Mendonça lembrou que João Alves era o titular do governo. “Se eu fosse o governador, Amorim não passaria nem na porta do palácio. Eu nunca mudei. Estou no mesmo lugar, no mesmo partido e com as mesmas pessoas”, arrematou.

Socialismo

Ainda em referência às composições com o PSC, Mendonça classificou o governador Marcelo Déda como um socialista. “Ele socializou o governo, dividindo o poder com os que ele sempre criticou”, fustigou.

Emendas

Mendonça Prado foi taxativo ao se declarar contrário à indicação de emendas individuais, alegando que elas servem para cooptar  parlamentares para migrarem para siglas da base de sustentação e para  votarem em projeto de interesse do Governo Federal, desviando os representantes dos compromissos firmados perante a população nos estados.

O demista também lembrou que, recentemente, a imprensa nacional noticiou indícios de uso ilícito de recursos provenientes de emendas individuais para realização de eventos. “Existe inquérito investigativo na polícia federal e denúncia de bandas de que o show custou R$ 100 mil, enquanto que o valor pago foi de R$ 500 mil”, alertou.

Segundo o deputado, por compor a base de oposição e votar contrário aos interesses do Governo, não consegue liberar as emendas. Ele se declara favorável às emendas coletivas, justificando que elas servem para realização de obras de infraestrutura importantes para os estados.

Preguiça

Provocado, Mendonça avaliou como inoperância ou falta  de prestígio do Governo de Sergipe e da Prefeitura de Aracaju para o baixo percentual de liberação de emendas junto aos ministérios do Governo Federal. “O governador Marcelo Déda e o prefeito Edvaldo Nogueira, ou não têm prestígio junto ao governo federal, ou têm preguiça de irem buscar a liberação dos recursos nos ministérios”, ironizou.

Mendonça lembra que o governador de Sergipe tinha relação direta de parentesco com o ex-presidente Lula, o que, na avaliação do deputado, poderia ter beneficiado o Estado. “Quando ele ligava para o Planalto, a conversa girava em torno de: - Como vai meu afilhado? Como está a família? Talvez por isso que o estado de Sergipe tenha ficado esquecido!”, insinuou o opositor. 

Em comparação, ele lembra que os estados da Bahia e de Pernambuco que se destacam nacionalmente pelo bom desempenho em crescimento, investimentos e obras de infraestrutura, decorrentes da liberação de verbas junto ao governo federal.

Fusão

O vice-presidente nacional do Democratas declarou-se contrário à fusão da sigla com o partido tucano. “PSDB é um partido de centro-direita e  tem um discurso parecido com o do PT. O PSDB tem vergonha de dizer o que fez. O DEM é quem realmente faz oposição com garra no Brasil e paga um preço alto por isso”. 

Como similaridade entre PT e PSDB, Mendonça aponta o discurso do ex-presidente Lula, vangloriando-se da popularização da telefonia móvel no Brasil, conquistada graças ao processo de privatizações dos serviços, realizado na gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB/MG), embora, até o momento, camuflada pelos tucanos. “O PT e o PSDB se parecem. Quem faz oposição é o Democratas. As circunstâncias é que nós levam à aproximação”, resumiu.

PMA - um sonho

“Ser candidato a prefeito de Aracaju é o meu sonho. Fui candidato à PMA em 2008, quando ninguém queria. Agora que tá bom, todo mundo quer”, admitiu o parlamentar, dizendo “não saber se vão deixar”.

Ele admite que, sendo o candidato do Democratas, não fará concessões para atrair partidos. “Acho que se for candidato, irei com poucos partidos. Vou até sozinho, somente com o meu partido, porque acredito que o que ganha eleição são as ideias e o grupo politico”.

Mendonça faz questão de reconhecer que boa parte da simpatia originária de João lhe beneficia. “Temos o mais forte candidato, que é João Alves. Se João for candidato, vou entregar santinho e carregar bandeira. Serei um cabo eleitoral. Tenho consciência de que, hoje, sou melhor candidato do que fui em 2008. Mas, muito disto decorre da associação que as pessoas fazem do meu nome ao nome de João, que tem obras e mais serviços prestados. Se João for candidato, iremos tocar fogo, como aqui no cabaré!”.

“Se eu for candidato à PMA - não sei se vão deixar, não irei escolher adversário. Quero escolher propostas e espero que elas sejam as melhores”, disse, ao ser questionado se disputaria com o também deputado federal Rogério Carvalho (PT/SE).

Marketing

Mendonça acusa Rogério Carvalho de fazer marketing eleitoral com os recursos da saúde pública, argumentando que, enquanto o petista esteve secretário municipal, construiu uma rede de postos em Aracaju, viabilizando a campanha de Marcelo Déda ao governo do Estado em 2006.

Já em 2010, segundo Prado, Rogério criou “uma rede de elefantes brancos”, com a implantação de 102 clínicas de saúde, sem funcionalidade efetiva e sem disponibilidade de número de profissionais no Estado, com o objetivo de garantir a reeleição do governador. “Confesso que não entendo o plano de saúde pública deles. Acho que eles criaram esse plano de saúde pública numa mesa de bar”, disse, referindo-se a Rogério e Marcelo Déda.

Socorro 2012

Mendonça voltou a afirmar que não irá disputar a prefeitura de Nossa Senhora do Socorro em 2012, mas não descarta que sua esposa, a jornalista e empresária Ana Maria Alves Mendonça encare a disputa. “Não existe nada definido. O grupo deseja um nome vinculado. Aninha está entusiasmada e, se ela for candidata, serei seu maior cabo eleitoral”, confirmou.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CABARÉ ABRE AS PORTAS PARA MENDONÇA PRADO. SEJA BEM-VINDO DEMOCRATA!


A luta pela PEC 300/08 - piso nacional dos militares, bombeiros militares e policias civis; o projeto de anistia aos militares participantes de movimentos reivindicatórios nos estados;  a segurança nacional e o combate ao narcotráfico; a disputa interna no Democratas/SE e nas ruas pela Prefeitura de Aracaju em 2012 e muita polêmica. É João Alves ou é Mendonça Prado? Ele une ou desagrega?

Tudo isso, junto e misturado,  na ponta da língua do deputado federal e vice-presidente nacional do Democratas, Mendonça Prado, durante a 26ª sabatina do NósnoCabaré.comConvidados, hoje, quinta-feira, 07 de julho, a partir das 19h30, no bar Templo Gelado, localizado à avenida Joventina Alves, nº 195, no bairro Salgado Filho.

E a verticalização da incompetência, existe? Saiba qual a avaliação de Mendonça Prado sobre as administrações Edvaldo Nogueira (PCdoB/SE), Marcelo Déda (PT/SE) e Dilma Rousseff (PT/RS) no Cabaré de 5ª. 

O evento acontece toda quinta-feira, foi idealizado pelos jornalistas Chico Freire, Eliz Moura e Ferreira Filho, não tem fim lucrativo, é de livre acesso, a participação na sabatina é franqueada mediante inscrição, os temas são livres e a consumação é pessoal.

Todos os jornalistas participantes são livres para produção de textos fundamentados na pauta do cabaré. A cobertura completa de todas as sabatinas é distribuída voluntariamente para toda a imprensa de Sergipe.